{"id":1535,"date":"2022-06-27T13:34:34","date_gmt":"2022-06-27T16:34:34","guid":{"rendered":"https:\/\/anacarolinabiasi.com.br\/?p=1535"},"modified":"2022-06-27T13:34:34","modified_gmt":"2022-06-27T16:34:34","slug":"quem-e-responsavel-pelo-pagamento-do-iptu-quando-o-imovel-esta-financiado-pelo-banco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anacarolinabiasi.com.br\/index.php\/2022\/06\/27\/quem-e-responsavel-pelo-pagamento-do-iptu-quando-o-imovel-esta-financiado-pelo-banco\/","title":{"rendered":"Quem \u00e9 respons\u00e1vel pelo pagamento do IPTU quando o im\u00f3vel est\u00e1 financiado pelo Banco?"},"content":{"rendered":"\n<p>A responsabilidade quanto ao pagamento de tributos est\u00e1 prevista no artigo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/10588210\/artigo-34-da-lei-n-5172-de-25-de-outubro-de-1966\">34<\/a>&nbsp;do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">CTN<\/a>, sendo que o ente municipal tem a faculdade de eleger o sujeito passivo do tributo do IPTU para facilitar o seu procedimento de arrecada\u00e7\u00e3o (s\u00famula 399 STJ&nbsp;<a href=\"https:\/\/draanacarolinabiasi0250.jusbrasil.com.br\/artigos\/1372710067\/quem-e-responsavel-pelo-pagamento-do-iptu-quando-o-imovel-esta-financiado-pelo-banco#_ftn1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">[1]<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse entendimento, precisamos verificar se a institui\u00e7\u00e3o financeira, na qualidade de credora fiduciante, enquadra-se em alguma das hip\u00f3teses previstas em lei.&nbsp;<a href=\"https:\/\/draanacarolinabiasi0250.jusbrasil.com.br\/artigos\/1365903972\/o-iptu-pode-ser-cobrado-de-varias-pessoas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nesse artigo mostro quais s\u00e3o essas hip\u00f3teses.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria \u00e9 uma garantia frequentemente utilizada no mercado imobili\u00e1rio em situa\u00e7\u00f5es que o comprador n\u00e3o possui condi\u00e7\u00f5es financeiras para arcar com o pagamento \u00e0 vista do im\u00f3vel ou prefere n\u00e3o investir toda a sua reserva financeira em um \u00fanico bem.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, surge o primeiro questionamento:&nbsp;<strong>Qual \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o do Banco com a aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa quest\u00e3o foi enfrentada pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ):<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;a inten\u00e7\u00e3o do devedor fiduciante, ao oferecer o im\u00f3vel como garantia ao contrato de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria, n\u00e3o \u00e9, ao fim e ao cabo, transferir para o credor fiduci\u00e1rio a propriedade plena do bem, diversamente do que ocorre na compra e venda, mas apenas garantir o adimplemento do contrato de financiamento a que se vincula, objetivando que, mediante o pagamento integral da d\u00edvida, a propriedade plena do bem seja restitu\u00edda ao seu patrim\u00f4nio&#8221; (&nbsp;<a href=\"https:\/\/stj.jusbrasil.com.br\/jurisprudencia\/1101457122\/recurso-especial-resp-1726733-sp-2017-0239594-2\">REsp 1.726.733\/SP<\/a>, Rel. Ministro MARCO AUR\u00c9LIO BELLIZZE, Terceira Turma, julgado em 13\/10\/2020, DJe 16\/10\/2020).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Dando sequ\u00eancia ao estudo,&nbsp;<strong>o que acontece com o im\u00f3vel caso o comprador (devedor fiduciante) deixe de pagar as parcelas do financiamento?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o inadimplemento do devedor, opera-se a chamada consolida\u00e7\u00e3o da propriedade em nome do banco (credor fiduci\u00e1rio) (art.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11308072\/artigo-26-da-lei-n-9514-de-20-de-novembro-de-1997\">26<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/11308072\/artigo-26-da-lei-n-9514-de-20-de-novembro-de-1997\">\u00a7\u00a7<\/a>, da Lei n.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104133\/lei-9514-97\">9.514<\/a>\/1997) e a posterior aliena\u00e7\u00e3o do bem a um terceiro, pois a legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o permite que o banco permane\u00e7a como propriet\u00e1rio do im\u00f3vel (art. 27 da Lei n. 9.514\/1997 e art. 1.364 do CC\/2002).<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, isso quer dizer que&nbsp;<strong>o banco n\u00e3o tem responsabilidade sobre o im\u00f3vel?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para responder essa pergunta vamos precisar analisar dois artigos da legisla\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Lei n\u00ba&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/104133\/lei-9514-97\">9.514<\/a>\/1997 &#8211; Art. 27 \u00a7 8\u00ba &#8211; Responde o fiduciante pelo pagamento dos impostos, taxas, contribui\u00e7\u00f5es condominiais e quaisquer outros encargos que recaiam ou venham a recair sobre o im\u00f3vel, cuja posse tenha sido transferida para o fiduci\u00e1rio, nos termos deste artigo, at\u00e9 a data em que o fiduci\u00e1rio vier a ser imitido na posse.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/1028078\/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02\">C\u00f3digo Civil<\/a>&nbsp;&#8211; Art. 1.368-B. A aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia de bem m\u00f3vel ou im\u00f3vel confere direito real de aquisi\u00e7\u00e3o ao fiduciante, seu cession\u00e1rio ou sucessor.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Par\u00e1grafo \u00fanico.&nbsp;<strong>O credor fiduci\u00e1rio<\/strong>&nbsp;que se tornar propriet\u00e1rio pleno do bem, por efeito de realiza\u00e7\u00e3o da garantia, mediante consolida\u00e7\u00e3o da propriedade, adjudica\u00e7\u00e3o, da\u00e7\u00e3o ou outra forma pela qual lhe tenha sido transmitida a propriedade plena,&nbsp;<strong>passa a responder pelo pagamento dos tributos sobre a propriedade e a posse, taxas, despesas condominiais e quaisquer outros encargos, tribut\u00e1rios ou n\u00e3o, incidentes sobre o bem objeto da garantia, a partir da data em que vier a ser imitido na posse direta do bem.&nbsp;<\/strong><em>[Grifei]<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, podemos concluir alguns pontos sobre a figura do banco, na condi\u00e7\u00e3o de credor fiduci\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1.&nbsp;<\/strong>O banco n\u00e3o \u00e9 detentor do dom\u00ednio \u00fatil sobre o im\u00f3vel (o devedor que tem esse dom\u00ednio);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2.&nbsp;<\/strong>O banco tem a posse indireta do im\u00f3vel, mas n\u00e3o possui&nbsp;<em>animus domini<\/em>. Em outras palavras, n\u00e3o tem a vontade de ter o bem como se seu fosse; e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.&nbsp;<\/strong>O banco torna-se propriet\u00e1rio do im\u00f3vel mediante o processo da consolida\u00e7\u00e3o da propriedade, por\u00e9m n\u00e3o pode usufruir dos poderes de dom\u00ednio\/propriedade (uso, gozo e disposi\u00e7\u00e3o), por expressa veda\u00e7\u00e3o legal.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, considerando a regra do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional<\/a>&nbsp;(&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">CTN<\/a>), o&nbsp;<strong>banco pode ser responsabilizado pelo pagamento do IPTU do im\u00f3vel objeto da garantia fiduci\u00e1ria?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa quest\u00e3o foi discutida pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a, no&nbsp;<a href=\"https:\/\/stj.jusbrasil.com.br\/jurisprudencia\/1337012561\/agravo-em-recurso-especial-aresp-1796224-sp-2020-0312851-7\">AREsp n\u00ba 1.796.224 &#8211; SP<\/a>&nbsp;(2020\/0312851-7).<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>TRIBUT\u00c1RIO. IPTU. SUJEITO PASSIVO. IM\u00d3VEL OBJETO DE ALIENA\u00c7\u00c3O FIDUCI\u00c1RIA. CREDOR. RESPONSABILIDADE ANTES DA CONSOLIDA\u00c7\u00c3O DA PROPRIEDADE. IMPOSSIBILIDADE.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>1. O Superior Tribunal de Justi\u00e7a, em julgamento submetido ao rito dos recursos especiais repetitivos, consolidou o entendimento de que cabe ao legislador municipal eleger o sujeito passivo do IPTU, entre as op\u00e7\u00f5es previstas no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">CTN<\/a>.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>2. A jurisprud\u00eancia desta Corte, interpretando o art.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/10588210\/artigo-34-da-lei-n-5172-de-25-de-outubro-de-1966\">34<\/a>&nbsp;do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">CTN<\/a>, tamb\u00e9m orienta n\u00e3o ser poss\u00edvel a sujei\u00e7\u00e3o passiva ao referido imposto do propriet\u00e1rio despido dos poderes de propriedade, daquele que n\u00e3o det\u00e9m o dom\u00ednio \u00fatil sobre o im\u00f3vel ou do possuidor sem \u00e2nimo de dom\u00ednio.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>3.&nbsp;<strong>O credor fiduci\u00e1rio, antes da consolida\u00e7\u00e3o da propriedade e da imiss\u00e3o na posse no im\u00f3vel objeto da aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria, n\u00e3o pode ser considerado sujeito passivo do IPTU, uma vez que n\u00e3o se enquadra em nenhuma das hip\u00f3teses previstas no art.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/topicos\/10588210\/artigo-34-da-lei-n-5172-de-25-de-outubro-de-1966\">34<\/a>&nbsp;do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/legislacao\/111984008\/c%C3%B3digo-tribut%C3%A1rio-nacional-lei-5172-66\">CTN<\/a>.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>4. Agravo conhecido e provido o recurso especial.&nbsp;<em>[Grifei]<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Caso tenha ficado alguma d\u00favida ou queira continuar conversando comigo sobre esse assunto, n\u00e3o deixe de me mandar um e-mail: draanacarolinabiasi@gmail.com ou contatar por meio do perfil do Instagram&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/anacarolinabiasi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ana Carolina Biasi<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A responsabilidade quanto ao pagamento de tributos est\u00e1 prevista no artigo&nbsp;34&nbsp;do&nbsp;CTN, sendo que o ente municipal tem a faculdade de eleger o sujeito passivo do tributo do IPTU para facilitar o seu procedimento de arrecada\u00e7\u00e3o (s\u00famula 399 STJ&nbsp;[1]). 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